A Autobiografia de Buffalo Bill – William F. Cody

A Autobiografia de Buffalo Bill – William F. Cody

Os feitos de William F. Cody como caçador, pioneiro, guia dos desbravadores, perseguidor implacável de índios e homem da fronteira foram de tal forma extraordinários que hoje, nessa era do acrílico e da energia atômica, mais parecem pura lenda. Mas Cody, que a partir dos 20 anos passaria a ser chamado de Buffalo Bill (afinal, matou 4.280 búfalos em 18 meses, numa média de oito por dia), de fato realizou grande parte das façanhas a ele atribuídas. Cavaleiro e caçador inigualável, inconciliável inimigo dos índios, fiel e generoso em suas inúmeras amizades, Buffalo Bill seria transformado pelo jornalista Ned Buntline no maior símbolo da conquista do Oeste: o homem ideal para substituir Daniel Boone e David Crockett, cuja atuação estava mais ligada ao início da “marcha da civilização”. A partir das centenas de histórias publicadas em livrinhos baratos, Buffalo Bill se tornaria um personagem mundialmente conhecido, e trocaria a liberdade das planícies do Oeste pelas salas de espetáculo da Europa e dos Estados Unidos. Como ator, alcançaria o mesmo sucesso que tivera como pioneiro, deslumbrando as platéias com suas representações “autênticas” da vida no Oeste Selvagem. Nessa excitante autobiografia, William F. Cody conta como de menino pobre tornou-se uma lenda viva: uma lenda imortal chamada Buffalo Bill.

A Autobiografia de Buffalo Bill - William F. CodyOs feitos de William F. Cody como caçador, pioneiro, guia dos desbravadores, perseguidor implacável de índios e homem da fronteira foram de tal forma extraordinários que hoje, nessa era do acrílico e da energia atômica, mais parecem pura lenda. Mas Cody, que a partir dos 20 anos passaria a ser chamado de Buffalo Bill (afinal, matou 4.280 búfalos em 18 meses, numa média de oito por dia), de fato realizou grande parte das façanhas a ele atribuídas. Cavaleiro e caçador inigualável, inconciliável inimigo dos índios, fiel e generoso em suas inúmeras amizades, Buffalo Bill seria transformado pelo jornalista Ned Buntline no maior símbolo da conquista do Oeste: o homem ideal para substituir Daniel Boone e David Crockett, cuja atuação estava mais ligada ao início da “marcha da civilização”. A partir das centenas de histórias publicadas em livrinhos baratos, Buffalo Bill se tornaria um personagem mundialmente conhecido, e trocaria a liberdade das planícies do Oeste pelas salas de espetáculo da Europa e dos Estados Unidos. Como ator, alcançaria o mesmo sucesso que tivera como pioneiro, deslumbrando as platéias com suas representações “autênticas” da vida no Oeste Selvagem. Nessa excitante autobiografia, William F. Cody conta como de menino pobre tornou-se uma lenda viva: uma lenda imortal chamada Buffalo Bill.

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