28 contos de John Cheever – John Cheever

28 contos de John Cheever – John Cheever

Lançada em 1978, The Stories of John Cheever, a coletânea da qual foram selecionados os contos publicados em 28 contos de John Cheever, é considerada um fenômeno editorial até hoje, mais de trinta anos depois. Nunca, até e desde então, um livro de contos, gênero que raramente chega às listas de mais vendidos, obteve tamanho sucesso nos Estados Unidos: vendeu 125 mil exemplares na edição de capa dura e figurou por seis meses na lista de best-sellers do New York Times.
O volume foi um sucesso não só de público: ganhou três dos prêmios literários mais prestigiosos, o Pulitzer, o National Book Circle Critics Award e o American Book Award. O Washington Post afirmou que “os contos de John Cheever são, simplesmente, os melhores”. A revista Time estabeleceu que a antologia “mapeava uma das obras mais importantes das letras contemporâneas”. E o New York Times decretou que o livro não era “apenas o acontecimento literário do momento, mas um evento maior na literatura de língua inglesa”.
A obra de Cheever investiga aspectos à primeira vista específicos da vida americana de meados do século xx: a aridez espiritual dos subúrbios ricos e, concomitantemente, a possibilidade de transcendência do indivíduo numa sociedade cujo fundamento é a alienação. Colados à realidade, seus melhores contos soam como críticas inexoráveis do vazio de seus personagens, das vidas anódinas a que estão condenados. Ainda assim, em situações extremas, e por meio de rupturas líricas da narrativa realista, Cheever abre caminho para epifanias: a existência não seria só isolamento sem sentido; o amor, as relações familiares e a natureza, transformados pela arte, são motivo de alumbramento.
A consagração dos contos de Cheever serviu de alavanca para colocar a sua obra no cânone americano, na condição de clássico da literatura contemporânea. Daí Cheever ter sido rotulado de “o Ovídio de Ossining” (cidade onde viveu) e “o Tchekhov americano”.

Lançada em 1978, The Stories of John Cheever, a coletânea da qual foram selecionados os contos publicados em 28 contos de John Cheever, é considerada um fenômeno editorial até hoje, mais de trinta anos depois. Nunca, até e desde então, um livro de contos, gênero que raramente chega às listas de mais vendidos, obteve tamanho sucesso nos Estados Unidos: vendeu 125 mil exemplares na edição de capa dura e figurou por seis meses na lista de best-sellers do New York Times.
O volume foi um sucesso não só de público: ganhou três dos prêmios literários mais prestigiosos, o Pulitzer, o National Book Circle Critics Award e o American Book Award. O Washington Post afirmou que “os contos de John Cheever são, simplesmente, os melhores”. A revista Time estabeleceu que a antologia “mapeava uma das obras mais importantes das letras contemporâneas”. E o New York Times decretou que o livro não era “apenas o acontecimento literário do momento, mas um evento maior na literatura de língua inglesa”.
A obra de Cheever investiga aspectos à primeira vista específicos da vida americana de meados do século xx: a aridez espiritual dos subúrbios ricos e, concomitantemente, a possibilidade de transcendência do indivíduo numa sociedade cujo fundamento é a alienação. Colados à realidade, seus melhores contos soam como críticas inexoráveis do vazio de seus personagens, das vidas anódinas a que estão condenados. Ainda assim, em situações extremas, e por meio de rupturas líricas da narrativa realista, Cheever abre caminho para epifanias: a existência não seria só isolamento sem sentido; o amor, as relações familiares e a natureza, transformados pela arte, são motivo de alumbramento.
A consagração dos contos de Cheever serviu de alavanca para colocar a sua obra no cânone americano, na condição de clássico da literatura contemporânea. Daí Cheever ter sido rotulado de “o Ovídio de Ossining” (cidade onde viveu) e “o Tchekhov americano”.

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