120 dias de Sodoma: ou escola de libertinagem - Marquês de Sade Marquês de Sade

120 dias de Sodoma: ou escola de libertinagem – Marquês de Sade

Cento e vinte dias, seiscentas paixões. Quatro meses de libertinagem, quatro classes de vícios.
A cada dia, cinco modalidades, somando cento e cinquenta por mês. Para dar conta dessas cifras, uma comitiva formada por quarenta e seis pessoas, distribuídas em oito categorias distintas, das quais sete pertencem à classe dos súditos.

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Cento e vinte dias, seiscentas paixões. Quatro meses de libertinagem, quatro classes de vícios.
A cada dia, cinco modalidades, somando cento e cinquenta por mês. Para dar conta dessas cifras, uma comitiva formada por quarenta e seis pessoas, distribuídas em oito categorias distintas, das quais sete pertencem à classe dos súditos.
Oito meninos, oito meninas e oito fodedores. Quatro criadas e seis cozinheiras. Quatro esposas. Quatro narradoras. Por fim, na classe dos senhores, os quatro libertinos que sempre merecem designação individualizada: Curval, Durcet, Blangis e o Bispo.
A esses números — que apresentam ao leitor “a narrativa mais impura já escrita desde que o mundo existe” —, somam-se outros tantos que servem invariavelmente para precisar, com a maior exatidão possível, as atividades levadas a termo no castelo de Silling. (…)
Vale lembrar que, assim como o sexo, os números são inequívocas fontesde prazer no mundo do deboche.

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